Resultados 1º Semestre 2007

Resultados operacionais quase duplicam para 13 milhões


EBITDA da INAPA aumenta 30%

A INAPA – Investimentos, Participações e Gestão, SA, obteve 18,9 milhões de euros de EBITDA no primeiro semestre de 2007, um crescimento de 30% face ao período homólogo.

Em valor, o aumento verificado foi de 4,3 milhões de euros. Em relação à margem foi 0,8%, dos 2,7% verificados nos primeiros seis meses de 2006 para 3,5% no semestre em análise.

O avanço do EBITDA reflecte o aumento de 1% verificado nas vendas líquidas consolidadas da INAPA, que ascenderam a 541,7 milhões de euros e o aumento da margem bruta em 0,2% para os 95,7 milhões de euros, ou seja 17,7%.

Este valor toma maior relevância se tomarmos em conta a redução das vendas em 16,1 mil toneladas, para 531 mil toneladas, uma vez que um dos pressupostos do Plano Estratégico INAPA 2010 passa por uma clara aposta na margem em detrimento do volume através de uma rigorosa análise da rentabilidade dos clientes em curso.

Ainda inserido no Plano INAPA 2010, os Outros Negócios representaram 2,3% das vendas e 3,7% da margem bruta no primeiro semestre de 2006, face aos 2,2% e 2,8% verificados em 2006, em linha com o previsto aumento de peso relativo dos negócios.


Eficiência permite queda de 4% nos custos operacionais


Os custos operacionais da INAPA registaram uma queda de 4%, isto é, 3,2 milhões de euros, no primeiro semestre de 2007, reflectindo os excelentes resultados obtidos com a melhoria da eficiência operacional da empresa.

Os valores obtidos tomam mais importância se assumirmos que os custos de distribuição cresceram 800 mil euros devido ao aumento do preço dos combustíveis.

Um nota ainda para os custos de reestruturação, que ascenderam a 2,5 milhões de euros, que são reflexo dos compromissos assumidos com o Plano Estratégico INAPA 2010, e que não são recorrentes.

Resultados operacionais avançam 75%

Os resultados operacionais (EBIT) registaram um avanço de 75% no primeiro semestre de 2007, isto é, de 5,6 milhões de euros, cifrando-se em 13 milhões de euros. Se excluirmos os custos não recorrentes este acréscimo cifrou-se nos 4,3 milhões de euros, um crescimento de 39%.

De destacar ainda a redução do passivo remunerado em 11 milhões de euros face a 31 de Dezembro de 2006, isto apesar de os encargos financeiros, influenciados pelo aumento das taxas de juro terem aumentado 4,4 milhões de euros. A contribuir para esta queda esteve a redução do fundo de maneio em 9 milhões de euros, passando de 8,3% para 7,7% das vendas no final de Junho último.

Os resultados líquidos nos primeiros seis meses do ano foram negativos em 6,6 milhões de euros, um acréscimo de 21% face aos resultados líquidos ajustados de ganhos extraordinários de 5,2 milhões de euros verificados em 2006, excluindo o impacto não recorrente da avaliação de risco de créditos detidos.

Uma referência ainda para o ROCE (rácio que avalia o retorno do capital aplicado), que melhorou 83% para 7,3% reflectindo a melhoria operacional verificada no período em análise.



Lisboa, 12 de Setembro de 2007